quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

8ª Corrida dos Reis de Gaio/Rosário



Nos Reis, sei que são realizados em Portugal o Grande prémio de Vila Nova de Gaia, a corrida dos Reis de Matosinhos, a corrida dos Reis de Faro, e também ouvi falar na Corrida dos Reis de Gaio-Rosário, no concelho da Moita
Como há sempre uma primeira vez para tudo e como nunca tinha participado numa corrida dos Reis, decidi que este ano iria correr uma, pelo que fui à que se realizava mais perto, na Freguesia de Gaio-Rosário, uma prova gratuita, que faz parte da taça AtletisMoita, torneio em Atletismo das Coletividades do Concelho da Moita.

 Prova feminina

Já ali tinha estado, em lazer, devido à praia do “Rosarinho”, podendo considerar-se uma praia fluvial, virada para o Tejo, um local agradável, onde se pode passar uma tarde em beleza, com uma boa companhia, a desfrutar de uma cerveja e a ver o sol-pôr.
Quanto à prova, organizada pela Câmara Municipal da Moita, teve início pelas 15h00, sendo disputadas, a partir dessa hora as corridas de, benjamins, infantis, iniciados, juvenis e pelas 16h30 a corrida principal, com os juniores, seniores e veteranos, de ambos os sexos.

A partida e meta situava-se na localidades de Rosário e o percurso era feito em 3 voltas, pelas ruas desta pequena terra e de Gaio, perfazendo um total de 7800m. A disputa pelos primeiros lugares era entre equipas do Concelho da Moita, a que pertence esta freguesia, principalmente pelo Clube Desportivo e Recreativo Ribeirinho, o Centro de Atletismo da Baixa da Banheira e o Grupo Desportivo "O Independente" (Setúbal).


Foi uma prova agradável, bem organizada, com as gentes da terra a assistir e a aplaudir entusiasticamente, principalmente os familiares e amigos dos corredores. Quanto aos prémios, troféus para os atletas vencedores de cada escalão. Para os restantes, não havia camisola nem medalha, mas apenas uma garrafa de água e a simpatia das suas gentes, o que já foi bem bom, pois mais não se poderia esperar numa prova gratuita.
Bem-haja!


 Praia do "Rosarinho"

No final ainda estive à conversa com alguns amigos das corridas, entre eles o meu camarada Francisco Gaio e depois ainda deu tempo para captar umas fotos do belo pôr do sol, da praia do Rosarinho.

Pôr do sol da Praia do Rosarinho


07 Janeiro (Sab) – 7,800 km – 8ª Corrida dos Reis – 2012
Escalão: Veteranos 50-54
Participantes chegados à meta: 175
Classificação: 125º
Tempo: 00:35:58 minutos
Vencedores:
Masculino: André Costa – CDRR (Clube Desportivo Recreativo Ribeirinho)
Femininos: Sónia Marques – CAAM (Clube Amigos Atletismo da Moita)

Links:
Classificação
Organização




João A. Melo

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

37ª S. Silvestre da Amadora

Correr a mais carismática S. Silvestre de Portugal era um dos meus objectivos para o ano findo, uma prova das mais antigas do país, já na sua 37ª edição, onde já foram vencedores grandes figuras do atletismo português, como o consagrado Carlos Lopes, Aurora Cunha, Rosa Mota, Domingos Castro, Fernanda Ribeiro e muitos outros. 

Pelo que tinha ouvido, é mesmo uma prova especial, daquelas que ficam na memória e que se quer sempre repetir. Recordo-me de em tempos, no início dos anos noventa, esta corrida se realizar mesmo na passagem de ano, iniciando-se às 24h00 do dia 31, fazendo-se uma grande festa, uns a correr, outros a assistir ao mesmo tempo que festejavam a passagem de ano.

No último dia do ano, pelas 18h10, lá estava eu no local de partida, onde também se encontravam algumas das maiores figuras da corrida nacional, e outros, africanos, que têm vencido nas últimas décadas, à procura dos apetecíveis prémios monetários.
Durante o aquecimento já por ali se encontrava uma enorme moldura humana, uns para participar na corrida, sendo acompanhados pelos familiares, outros para mostrar os seus "bolinhas", Fiat 600, Fiat 124, Renault 4L, entre outros, em cortejo pelas ruas do concelho da Amadora, para ajudarem à festa.

(Foto do Carlos Lopes - A Minha Corrida)

Quanto à corrida, com percurso pelas principais artérias da Amadora, tem o seu grau de dificuldade, com uma subida bastante longa, talvez uns 3 km, desde a Falagueira até ao Casal de S. Brás, depois, quem sobe também desce e foi isso que aconteceu, até à "baixa" da cidade. Deu-se a volta junto ao antigo cinema Lido e depois uma segunda subida, até ao quartel dos Comandos, para depois se passar no Alto Maduro, novamente centro da Amadora, junto ao Babilónia, Bairro do Bosque e terminar perto do local de partida, na Venda Nova.
A chegar à meta

O que torna esta prova de tão especial? Pois, nunca vi tanta gente a assistir, a incentivar e a participar na festa. Poderei dizer que ao longo de todo o percurso se viam centenas de populares, envolvidas naquela atmosfera, cheias de entusiasmo. Também por ser uma prova nocturna, com as principais artérias e praças iluminadas com as luzinhas de natal, a transmitir um clima festivo.
Para a próxima edição, só se tiver algum impedimento, pois corridas desta dá gosto participar.

31 Dezembro (Sab) 18H10 – 10 km – 37ª S. Silvestre de Amadora – 2011

Escalão: Veteranos M50-55
Participantes chegados à meta: 751
Minha classificação: 298º
Tempo: 00:46:31
Vencedores: 

Masculinos 

     1. Manuel Damião (Maratona)   29.00 minutos.   
     2. Goitom Kifle (Eritreia)    29.02.   
     3. Evans Kiplagat (Quénia)   29.20. 
     4. Nikolay Chavkin (Rússia)   29.44.   
     5. Rui Pinto (Benfica)   30.03.   
     6. Sérgio Silva (Maratona)    30.13.   
     7. Pedro Ribeiro (Maia AC)    30.24.   
     8. Hélio Gomes (Sporting)   30.27.   
     9. Bruno Jesus (Maia AC)   30.38.   
    10. Luís Pinto (Sporting)   30.50. 
  
    FEMININOS :
 
     1. Marisa Barros (Benfica)   33.23 minutos.   
     2. Clarisse Cruz (Sporting)   34.12.   
     3. Nazareth Weldu (Eritreia)    34.27.   
     4. Yevgeniya Danilova (Rússia)    34.39. 
     5. Fernanda Miranda (SC Braga)    35.13. 
     6. Rebecca Cheptegei (Uganda)    35.16.  
     7. Doroteia Peixoto (NA Joane)    35.26.   
     8. Anália Rosa (Maratona)   35.32.   
     9. Sara Pinho (Sporting)   35.46. 
    10. Sandra Teixeira (Sporting)   36.19.


Links:  



          a minhacorrida

João A. Melo

sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo


Desejo a todos, em especial aos camaradas de corridas, UM ANO 2012 CHEIO DE SUCESSOS, tanto a nível familiar, profissional, como desportivo!

FELIZ ANO NOVO!

João A. Melo

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

26ª Maratona de Lisboa Seaside

Depois de ter corrido as diversas distâncias do panorama nacional, desde os 5 km à meia maratona, completar uma maratona era para mim um desafio emocionante. A minha grande incógnita era se me encontrava em boas condições físicas e psicológicas para a fazer. Era necessário um grande espírito de sacrifício e uma enorme força de vontade, pois a preparação é longa e muito rigorosa, o que, devido ao meu trabalho por turnos, incluindo  serviço nocturno, me acarretava grandes dificuldades.

Apesar de efectuar os treinos semanais do costume e de percorrer algumas distâncias longas, andei até à última para decidir se iria ou não participar nesta maratona, devido a estar previsto trabalhar na hora da corrida, tendo efectuado uma troca de turno de serviço  para assim poder estar presente.
Não posso negar que na véspera andei um pouco nervoso, pois era a minha estreia e também nunca tinha percorrido uma distância tão longa. Pensava em todas as probabilidades de poder surgir alguma contrariedade na hora da verdade, pois já tinha ouvido tantas histórias, desde uma simples dor de barriga, até ao fantasma das cãibras nos quilómetros finais. Deitei-me mais cedo que o costume, para proporcionar mais descanso ao corpo e à cabeça, porém a tal ansiedade não me deixou conciliar o sono, tendo dormido apenas umas 4 horas.



Assim, no passado domingo, lá compareci eu no Estádio 1º de Maio. Estava um tempo óptimo para a corrida, com céu nublado, mas sem chuva ou vento e com uma temperatura de cerca de 15º. O meu principal objectivo passava, primeiro, por terminar a maratona, depois, acabar a correr, e finalmente, se pudesse, efectuar um tempo inferior às 4 horas. Também tinha programado que iria fazer "a minha corrida", controlando a velocidade e tentando manter o ritmo, não caindo na tentação de seguir as passadas de outros com andamento mais forte, pois tinha consciência que não tinha treinado para grandes voos e a qualquer altura poderia "aterrar como um patinho", se não tivesse rigor.

Com partida e chegada no complexo desportivo 1.º de Maio, o percurso efectuava-se pelas principais artérias de Lisboa, com passagem por locais nobres da cidade, como Marquês de Pombal, Restauradores, Rossio, Praça do Comércio e Belém. Encontrei alguns amigos das corridas, entre eles o Mário Lima, um sábio veterano nestas andanças, que me deu ainda alguns bons conselhos, que me ficaram na retina.
O enorme pelotão era composto na sua maioria por atletas estrangeiros de várias nacionalidades, encontrando-se acompanhados de familiares e amigos, os quais, durante o percurso aplaudiam efusivamente, com coreografias que denotam outro entusiasmo pela modalidade, que se não vê por cá.


A corrida decorreu dentro das minhas expectativas, controlando a velocidade que tinha planeado, tentando manter sempre o mesmo ritmo. Até ao quilómetro 36 não senti grande desgaste físico, notando a partir daí, na subida da Av. Almirante Reis, até ao Areeiro, as pernas a ficar pesadas, mas continuei sempre em corrida, apesar de mais frouxa. Nessa altura senti algum receio das tais cãibras, mas com o aproximar da meta, dissipou-se, tendo até efectuado os últimos quilómetros num ritmo mais elevado, acabando assim num tempo dentro do que planeara.
Quanto à organização, muito boa, tudo bem planeado, desde a entrega dos dorsais, recepção e guarda dos sacos, traçado bem indicado e com quilómetros assinalados. Os abastecimentos durante o percurso foram os suficientes, com água, fruta, barras energéticas e copos com bebidas isotónicas, a partir dos 25 quilómetros.
No final ficou um grande sentimento de satisfação, por fazer parte dos maratonistas.  



04 Dezembro (Dom) – 42,195 km – 26ª Maratona de Lisboa – 2011
Escalão: Veteranos 50-54
Participantes chegados à meta: 1.334
Classificação: 759º
Tempo: 03:57:56 minutos
Vencedores:
Masculino: Vasco Azevedo – Sporting de Lamego
Femininos: Anabela Tavares – CRD Arrudense

Links:  
  

João A. Melo

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

37ª Meia Maratona Internacional da Nazaré

Nunca tinha estado na Nazaré e era um objectivo duplo, participar na meia maratona e visitar aquela bela localidade.

 
Conotada como sendo a meia maratona mais antiga e com mais tradição do país, é uma prova mítica, por isso bastante apetecível. A maioria são repetentes, voltando a reencontrar amigos e os locais onde costumam confraternizar, outros vão pela primeira vez, como eu, pois, o bem que se ouve falar desta prova leva a querer também participar e constatar do que a torna tão especial.
Também se ouve falar de que a chuva e o vento costumam ser companheiros desta corrida. As chuvadas da véspera, principalmente durante a noite, com forte trovoada e vento, que não me deixaram dormir, previam repetir-se, porém o dia acordara sem chuva e assim se manteve até ...
Durante a corrida e exercícios de aquecimento, na marginal, encontrei alguns amigos das corridas, como o Francisco Gaio, também camarada de trabalho, o Mário Lima, um assíduo nesta prova, sempre cheio de boa disposição, como é seu timbre, também o José Lopes, igualmente um estreante, que prepara entusiasticamente a sua primeira maratona, e o admirável Carlos Lopes, que corre (e bem) ao mesmo tempo que tira fotos aos atletas, num vaivém fantástico.

 
A ainda recordista da prova, Rosa Mota, a dar a partida(foto Aldina)

A partida e chegada foi na Avenida da República (marginal), tendo um trajecto de uma primeira volta na Nazaré, com segunda passagem na avenida marginal, depois o percurso é feito pela nacional 242, até à localidade de Famalicão, onde se retorna e volta à Nazaré.
Apesar de algumas dores nas costas (cruzes), que ando a sentir há cerca de quinze dias, na hora da partida sentia-me bem. Iniciei ao lado do amigo Francisco, mas deixei de o ver decorridos alguns metros, tendo seguido na minha passada, pois ele é de outros andamentos.
Já tinha corrido muitas vezes com tempo adverso, com chuva vento e frio, mas com relâmpagos, trovões e chuva a potes, que caiu a partir dos 15 km, também foi uma estreia. Mesmo assim mantive um ritmo certo, de cerca de 4m50s por km, mais coisa menos coisa, acabando por fazer o meu melhor tempo na distância.

 Segunda passagem pela Av. Marginal (foto Aldina)

Ao longo da prova deu para perceber que na realidade esta meia maratona é diferente, só comparável com a de S. João das Lampas, bons abastecimentos, marcações de km, sem trânsito automóvel, e até a informação de tempos, dada através de altifalante, em pontos estratégicos. Excelente organização.
As gentes da terra, familiares dos atletas e acompanhantes, também contribuíram em apoio e incentivos aos atletas, vendo-se igualmente as tradicionais varinas ao longo da avenida, fazendo-se do evento uma festa.
No final ficou a satisfação por ter participado e são os ecos desta excelente organização que se encarregarão de promover esta meia maratona, trazendo novos atletas, sendo certo que muitos que participaram, irão voltar no próximo ano.


 Prato em louça, entregue no final, alusivo à prova

13 Novembro (Dom) 11H00 – 21,095 km – 37ª Meia Maratona Internacional da Nazaré – 2011 
Escalão: Veteranos M50-55
Participantes: 1186
Classificação: 576º
Tempo: 01:42:31
Vencedores: masculino: Pedro Cruz – J Cruz e Irmãos - 01:09:09
                            Feminino: Ana Ferreira – Estreito – 01:20:42

Links:  

João A. Melo

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Corrida Sporting

Decorreu no passado domingo a 1ª edição da corrida do Sporting Clube de Portugal, que contou com cerca de cinco mil participantes, distribuídos pela prova principal de 10 km e a corrida Jubas, de várias distâncias e escalões, dedicada às crianças.



Com partida no exterior do perímetro do estádio José Alvalade, passou-se pelo Campo Grande, Av. da República, Saldanha, Av. fontes Pereira de Melo, onde a meio da avenida se deu a volta, no sentido contrário, de novo ao estádio de Alvalade, entrando-se pela porta da maratona, até ao relvado, onde estava a meta.

Foi um percurso quase plano, sem grandes dificuldades, tendo apenas os sobe e desce dos túneis e metade da subida da Fontes Pereira de Melo. Teve um inconveniente na partida, em que o percurso afunilou um pouco, na curva à saída do estádio, levando a que a grande maioria tivesse que andar a passo, perdendo-se assim algum tempo, mas também os participantes eram muitos e a organização não pensou nesse factor.

Falando da organização, na minha opinião foi impecável, ressalvando esse facto, tudo o resto esteve muito bem, desde os abastecimentos, ao controlo do percurso através de funcionários em pontos estratégicos, marcações, etc. Penso que ainda não estão a dar a devida importância aos chips, pois para que servem, para medir com exactidão as distâncias e os tempos. Se é para isso, a classificação geral deveria ser pelo tempo do chip e isso não aconteceu.



Gostei de participar nesta corrida, pois como adepto sportinguista, não posso negar que teve um sabor especial, principalmente na chegada à meta, no relvado do estádio. Pena que não tivessem pensado um pouco mais no público, que estavam apenas autorizados a assistir na banca situada mais longe do local da meta, se estivessem mais perto haveria um maior entusiasmo público-atletas.

O vencedores, como se esperava, foram os atletas da casa, no sector masculino o Carlos Silva e no Feminino a Carla Rocha, ficando o Rui Silva em segundo. De realçar a presença de muitas figuras públicas do universo sportinguista, como Moniz Pereira, o Francis ObiKwelu, Naide Gomes e o grande atleta Armando Aldegalega, que com 73 anos de idade ainda participou e fez um tempo de 00:42:29, de fazer inveja a muitos jovens. Estranho  (pelo menos não vi) as figuras da corrida de estrada, que tantas alegrias deram ao clube e aos portugueses, como o Carlos Lopes e Fernando Mamede, não terem estado "presentes".



16 Outubro (Dom - 10H30) – 10 km – Corrida SCP -  2011

Escalão: Veterano 4
Chegados à meta: 3326
Classificação: 833º
Tempo: 00:44:55 minutos (tempo chip)
Vencedor: Carlos Silva - Sporting Clube de Portugal
 
Links: Fotos ammamagazine
 

João A. Melo

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

1ª Corrida Decathlon da Amadora


No passado sábado teve lugar a 1ª edição da corrida Decathlon, uma prova organizada pela loja Decathlon da Amadora, com apoio da Câmara Municipal da Amadora.
Mais uma nova prova na zona da grande Lisboa, que por sinal, mesmo sendo a primeira edição, até foi bastante concorrida, o que leva a concluir que cada vez há mais adeptos da prática de corrida de estrada, e que as pessoas se estão a mentalizar que correr é essencial para se levar uma vida saudável

A prova teve partida no parque de estacionamento, junto do estádio do Estrela da Amadora, na Reboleira, e o percurso fez-se, passando por várias artérias da Damaia e Buraca, seguindo-se depois em direcção ao Estádio Pina Manique, prosseguindo-se pela estrada junto ao Bairro da Boavista, Parque de Campismo de Monsanto e términos, depois de um circuito, na Decathlon da Amadora, na zona industrial de Alfragide.



Organizar uma prova de corrida não é nada fácil, pois muitos aspectos logísticos há a ter em conta, ainda por cima uma corrida nova. Esta, na minha opinião, numa próxima vez, poderá melhorar vários factores, tais como, o uso de chips para controlo de tempo, para se evitar as filas de atletas à chegada; uma melhor marcação de distância (esta não teve os 10km); um melhor abastecimento (com água), e placas indicativas dos quilómetros ao longo do percurso.

Apesar do que referi, gostei de participar e espero que seja para continuar, pois estas provas permitem-nos testar as nossas capacidades físicas, dar um pouco mais do nosso esforço, devido ao espírito competitivo e proporcionam-nos a oportunidade de podermos passar belos momentos em camaradagem.

Escalão: Veteranos M50-55
Participantes: 261
Classificação: 93º
Tempo: 00:42:03 minutos
Vencedor: João Vieira - Reboleira
Links:  
Vídeo da TV Amadora:  http://www.tvamadora.com/Video.aspx?videoid=1457

João A. Melo

terça-feira, 27 de setembro de 2011

12ª Meia Maratona de Portugal


Decorreu no pretérito domingo mais uma edição da que todos conhecem pela meia maratona da ponte Vasco da Gama, este ano denominada Meia Maratona de Portugal.


É um evento de grande envergadura, com organização a cargo do Maratona Clube de Portugal, patrocinada por grandes empresas, como a RTP e a Vodafone, entre muitas outras. Tem como aliciante percorrer a pé alguns quilómetros da Ponte Vasco da Gama, com uma bela panorâmica da parte mais larga do Rio Tejo.
Das mais concorridas do panorama nacional, a par com a meia maratona de Lisboa, a grandiosidade e toda a envolvência desta prova, faz dela especial para muitos, trazendo milhares de participantes nacionais e estrangeiros, divididos entre a mini maratona (cerca de 12.000) e a meia (3.500).


Para muitos é passar uma manhã de domingo, a caminhar e a correr, em alegre convívio familiar, ou com amigos, enquanto para outros, o dar tudo por tudo para melhorar as suas performances e tentar dar o seu melhor. Para os craques, é lutar pelos prémios e por um lugar no pódio.
Estava um dia de bastante calor e não encontro explicação o porquê de a prova começar tão tarde (10h30), dado que o último autocarro a partir do Parque Expo era às 09h00. A meu ver a prova podia ter início meia hora antes, pelo menos apanhava-se menos calor durante a corrida.
A prova correu-me dentro das expectativas até aos 18km, a partir dai quebrei o andamento, quando o calor já era intenso.
Não hajam dúvidas que, tirando a seca da deslocação para o local e a espera na ponte, sem praticamente espaço para o aquecimento, é uma prova bonita, com excelentes abastecimentos e muito público a apoiar.



 25 Setembro (Dom) 10H30 – 21,095 km – Meia Maratona de Portugal – 2011 – Lisboa
Escalão: Veteranos M50-55
Participantes chegados à meta: 3344
Classificação: 948º
Tempo: 01:45:44 minutos
Vencedor: Silas Sang – Quenia

Links:  
classificação  http://www.meiamaratonadeportugal.com/

João A. Melo